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Notícias › 19/04/2018

Cardeal Hummes destaca questões urgentes da Igreja na Amazônia

A coletiva de imprensa desta quarta-feira, 18 de abril, durante a 56ª Assembleia Geral da CNBB abordou um conjunto de temas sociais da Igreja. Participaram desta coletiva o presidente da Comissão Especial para a Amazônia, Cardeal Dom Claudio Hummes, o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora, Dom Guilherme Werlang e o Presidente do Conselho Indigenista Missionário, Dom Roque Paloschi.

O início da coletiva traçou expectativas para o Sínodo da Amazônia que acontecerá em outubro de 2019. Dom Claudio detalhou novidades, após reunião ocorrida em Roma nos últimos dias.

Para o Cardeal, o Papa espera um Igreja com um clero indígena, inclusive. “É um sínodo para encontrar novos caminhos e não incentivar os caminhos velhos de sempre. Novas possibilidades de trabalho, aponta Dom Claudio.

Em Roma, a reunião pré-sinodal conta com a participação de cinco bispos católicos, mas ao todo são 20 pessoas participando, até mesmo o Papa Francisco, que segundo Dom Claudio esteve presente nos encontros de forma quase que total, se ausentando somente uma vez por questão de agenda. “Ele estava sentado conosco e ouvindo o que estavam propondo”, afirma Dom Cláudio.

O Cardeal brasileiro também disse que é um momento para preparar um documento que desperte no publico, na sociedade em geral, o interesse pelo sínodo.

Outro aspecto importante é que será elaborado um questionário para que dioceses da região amazônica possam indicar suas urgências, são previstos também encontros internacionais e regionais e com pessoas mais simples da base, ou seja, os ribeirinhos, os indígenas, o povo mais pobre e mais esquecido.

Até a realização do Sínodo vai ser pensado o que se quer da Igreja na Amazônia que passa por momento de questão de ameaça pelo desmatamento, mineração, agropecuária etc. “Como preservar, defender rios, matas e a biodiversidade, além do povo em geral e ajudar para que não seja atropelados, destruídos, degradados. Como podemos anunciar Jesus dentro dessa problemática, como aquele que guia e reúne?”, relata Hummes.

Questões urgentes da Igreja na Amazônia

Dom Claudio Hummes ainda explicou que o ideal é um clero indígena e amazônico, além disso, a intenção do Sínodo é refletir até que ponto a Igreja será capaz de se encontrar presente nas comunidades e não só de vez em quando. “A eucaristia e todos os sacramentos fazem parte da vida do católico. Como não estamos dando conta do recado, outros vão ocupando o lugar, porque não temos condições de cumprir”, revela.

Dom Claudio Hummes também comentou que fala-se em uma Igreja indigenista, que significa ser aquela que defende os indígenas e que também se quer pensar em ser uma Igreja que nasça de dentro e que sejam sujeitos da própria realidade religiosa.

Já Dom Guilherme Werlang tocou em dois pontos importantes dentro da comissão que preside: a necessidade de realização de uma Semana Social Brasileira e a atualização do Grito dos Excluídos.

Ele disse que em 2013, quando ocorreu a última semana social se refletia a caminhada por uma sociedade nova. Tinha-se naquela época como meta: o Estado para quê? ou o Estado para quem?. De lá para cá o cenário é outro. “Temos de dar ouvidos a novas necessidades que brotam”, afirma Dom Guilherme.

A ideia é que se realize um novo encontro em 2019 ou 2020. Pensando nessas grandes dores e sofrimentos que o povo brasileiro está vivendo.

Sobre o Grito dos excluídos, Dom Guilherme afirmou que é preciso atualizar a metodologia, repensar e aprofundar. “Estamos atentos e queremos que a Igreja assuma o compromisso com uma sociedade mais justa, mais solidária e com maior dignidade para todos”.

Dom Roque tocou na questão dos povos indígenas: “Não se consegue passar do preconceito e da descriminação, pois em 2018, podemos citar casos que mostram a triste realidade, como por exemplo, a morte do professor Marcondes, assassinado a pauladas em Santa Catarina, também o professor Daniel no Mato Grosso, a queima de uma base da Funai em Rondônia, a tortura de povos indígenas no Rio Grande do Sul”

Dom Roque também criticou a omissão do Estado brasileiro, por parte do executivo, legislativo e judiciário.

Por A12



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